Ilustres

BARROSO DA FONTE

Barroso da Fonte (João) nasceu em Montalegre em 1939. Foi oficial Miliciano (Ranger) em Angola (1965-1967). Licenciado em Filosofia, Mestre em Filosofia em Portugal e Cultura Portuguesa e doutorando (0684) na Universidade do Minho, desde o ano 2000. Autor de sete livros de poemas e mais de três dezenas em prosa, entre os quais: Usos e Costumes de Barroso; Dicionário dos mais Ilustres Transmontanos e Alto Durienses (em 3 vols); Leonor Alvim – alicerce da Casa de Bragança. Tem obras traduzidas em inglês, francês, espanhol e alemão.
É jornalista desde há 60 anos (CP: 3632). Esteve ligado entre muitos outros, ao Jornal de Notícias (10 anos); ao Diário de Notícias, ao Diário do Norte, ao Diário Popular; ao Debate, à Tribuna, à Rua, Notícia, Província de Angola e ABC (Luanda). Foi director do semanário O Comércio de Guimarães (do ano 100 ao 110); criou e dirigiu A Voz de Guimarães; Director da Revista Gil Vicente; Director do Jornal Poetas & Trovadores.
Fundou e foi 20 anos Presidente da Direcção da Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar e inspirou a construção do Monumento Nacional aos Combatentes, junto ao Forte do Bom Sucesso, em Belém; Co-outorgante do Movimento 10 de Junho; Co-outorgante da Academia de Letras de Trás-os-Montes; Sócio nº 1 da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro do Porto; Sócio Honorário da Associação Portuguesa de Poetas, do Gabinete de Imprensa de Guimarães, do Instituto Português da Imprensa Regional, da Casa de Trás-os-Montes do Porto.
Foi professor do Ensino Superior (entre 1998 e 2005); Director da Delegação do Porto da Direcção- Geral da Comunicação Social (1982-1985); Vereador a tempo inteiro na Câmara Municipal de Guimarães (1986-1990); Director do Paço dos Duques de Bragança e do Castelo de Guimarães (1990 a Agosto de 1995), cargo de que se aposentou, a seu pedido, por razões de saúde. Fez a carreira profissional como Técnico Superior do IEFP.
Foi publicamente homenageado pelo Jornal Povo de Fafe (2 vezes); pela sociedade civil, em Guimarães, em 1978 e em 2005; em Lisboa, pela Casa de Trás-os-Montes e pela Associação Portuguesa de Poetas; no Porto, pela Casa de Trás-os- Montes e Alto Douro; pela Câmara Municipal de Montalegre, seu concelho natal: em 2000 com a medalha de mérito cultural, grau prata, e em 9/6/2011, grau ouro. Nesse dia tornou pública a vontade de oferecer o seu património literário e artístico àquela autarquia.
Em 1990 foi distinguido com o grau de oficial da Ordem do Rio Branco, pelo Presidente da República do Brasil. Enquanto oficial miliciano, em Angola, foi condecorado com a Medalha de Mérito Militar, com um louvor, ao nível da Região Militar de Angola, e distinguido com o Prémio Governador daquela ex-Província Portuguesa.

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