PERDIZES, Párocos de
Vilar de Perdizes é uma das mais conhecidas e importantes freguesias do concelho de Montalegre.
As raízes de Camões partem dali. Mas já antes e depois esta freguesia foi berço de ilustres filhos e de grandes acontecimentos que lhe asseguram uma justa fama. Ao nível dos párocos é possível, com base no jornal Notícias de Barroso (de Agosto/97), deixar uma relação a partir de 1900.
Até 1917 foi pároco Manuel Lopes Pereira (natural do Telhado); até 1921 foi Daniel A . Álvares Pereira (natural de Covelães); No ano seguinte foi João Manuel G. Anjo (de Frades); Seguiu-se António Coutinho de Amorim (daí mesmo natural); De 1923 a 1930 coube a paróquia de S. Miguel, S. André e S. Eufémia, ao padre João da Silva Mendes (natural do Minho); Os três anos seguintes pertenceram ao P, Avelino da Mota (de Gralhas); Seguiu-se um período longo e profícuo com um sacerdote que deixou fama: Domingos José Barroso (de Sagunhedo) que aí se aguentou até à morte (1970); O ano seguinte coube ao P.e Luís Morais Coutinho (de Amarante) e, desde esse ano até ao presente a paróquia esteve confiada ao polémico e irrequieto P.e António Lourenço Fontes que aí implantou os congressos de medicina popular que o puseram em guerra aberta com o próprio bispo: D. Joaquim Gonçalves. Recorde se que foi em 1551 que por bula papal, era o Paço que existia em Vilar de Perdizes, que dava de sua casa e família o pároco que tinha o título de reitor.