Regiões

75 Anos de História da CASA DO DOURO

Grande Oficial da Ordem do Mérito Agrícola e Comercial, desde 1960

… A investigação sobre a organização institucional do Vinho do Porto (e da Região Demarcada do Douro) revelou-se um observatório porventura único sobre a problemática da auto-regulação profissional e da administração autónoma da economia. Ela mostrou, de forma exuberante, a fecundidade dos conceitos de auto-regulação e auto- administração profissional.

… A Região do Douro viveu, durante mais de seis décadas, (1932/1995) sob um governo misto, compartilhado entre uma associação pública dos produtores (a Casa do Douro) e um organismo da administração indirecta do Estado (o Instituo do Vinho do Porto).

… Todos os formatos institucionais sobreviveram, durante períodos mais ou menos longos, à mudança dos regimes políticos e das condições institucionais envolventes.

… O que há de peculiar no caso do Vinho do Porto é o facto de terem sido os regimes mais autoritários que acabaram por reconhecer a auto-administração do Douro, mesmo se com vários controles.

… Durante a organização corporativa, a Região do Douro possuiu uma organização muito particular, traduzida sobretudo no grande papel da Organização da Lavoura (a Casa do Douro) e no facto de não ter existido na Região – ao contrário da maior parte das outras – um organismo interprofissional.

… A seguir a 1974, a Região do Douro foi a única que conseguiu preservar as instituições de auto-regulação, justamente por intermédio da Casa do Douro, reorganizada em 1982.

… Em certas ocasiões históricas, face a um quadro geral centralizador, o Douro assemelhava-se à imaginária aldeia gaulesa da “banda desenhada”, onde um punhado de bretões resistia à centralização romana e defendia ciosamente a sua autonomia.

… A Casa do Douro por um lado e a CIRDD por outro, não são mais que as presentes encarnações institucionais dessa permanente reivindicação duriense de organização e auto-governo. Em cada um desses organismos reflectem-se duas tradições distintas, com pesos muito diferentes até agora: de um lado a tradição da organização autónoma da lavoura, como meio de afirmação face ao Estado e face ao Comércio; do outro, uma tradição de organismo interprofissional, agregando as duas profissões da economia do Vinho do Porto.
Professor Vital Moreira – Tese de Doutoramento – 1996

Há 25 anos, no seu cinquentenário, estiveram presentes na sessão comemorativa da efeméride e na inauguração da estátua do Dr. Antão de Carvalho – símbolo dos Paladinos do Douro – os seguintes Membros do Governo:
• Primeiro-Ministro, Dr. Francisco Pinto Balsemão
• Ministro da Agricultura, Comércio e Pescas, Dr. Basílio Horta
• Secretário de Estado do Comércio, Dr. Escaja Gonçalves
• Sub-secretário de Estado da Presidência.

Outros tempos, outras políticas, outros Governantes, outras consciências …

As principais funções estatutárias da Casa do Douro:
1. Organizar, manter actualizado e controlar permanentemente, nos termos da legislação em vigor, o cadastro das vinhas e o ficheiro cadastral dos viticultores;
2. Orientar, incentivar e disciplinar a produção vitícola;
3. Proceder à distribuição e controlo da quantidade de mosto destinado a benefício;
4. Emitir documentação geral respeitante à procedência e trânsito dos produtos vínicos da Região;
5. Reunir e controlar permanentemente as Declarações de produção e de existências, bem como abrir e controlar as Contas Correntes relativas a mostos e vinhos da Região e aina das aguardentes;
6. Promover, conceder ou colaborar nos financiamentos à vitivinicultura da Região, nomeadamente empréstimos e subsídios;
7. Desenvolver medidas tendentes à regularização do mercado e ao fomento de qualidade dos Vinhos, bem como ao escoamento dos não comercializados;
8. Prestar colaboração no fornecimento da aguardente a utilizar na beneficiação dos mostos;
9. Promover e colaborar na melhoria das condições de fabrico dos vinhos;
10. Promover e colaborar na investigação e experimentação tendentes ao aperfeiçoamento da vitivinicultura;
11. Zelar pelo cumprimento da legislação, aplicar sanções nos termos das sus competências e participar as demais infracções às autoridades administrativas.

Direções:
❈ 1ª Direcção – 1932 / 33
Dr. Artur de Magalhães Pinto Ribeiro
Major José Xavier Vaz Osório
Major Bento de Vasconcelos Menezes de Magalhães
Capitão Manuel de Castro

❈ 2ª Direcção – 1933 / 34
Major José Xavier Vaz Osório
Major Altino Dias Pinheiro
José Macedo Baptista Nunes

❈ 3ª Direcção – 1934 / 36
Dr. Armando Pereira do Amaral
Dr. Miguel de Sousa Guedes Machado
José Macedo Baptista Nunes
Comissão Administrativa – 1936
Dr. Alberto de Campos Vieira das Neves
Dr. Eduardo Franco Ferreira
Eng. Agr.º Luís Pinto Guedes de Paiva

❈ 4ª Direcção – 1936 / 40
Dr. Eduardo Franco Ferreira
Dr. Miguel de Sousa Guedes Machado
Capitão António Freitas Torres

❈ 5ª Direcção – 1940 / 43
Eng. Agr.º Álvaro Trigo de Abreu
Dr. António José Teixeira Leal

❈ 6ª Direcção – 1943 / 46
Eng. Agrº António Azevedo Coutinho Lobo Alves
Eng. Agrº Eduardo Mendia Freire de Serpa Pimentel

❈ 7ª Direcção – 1946
Eng. Agrº Álvaro Trigo de Abreu
Eng. Agrº Álvaro Baltazar Moreira da Fonseca

❈ 8ª Direcção – 1946 / 49
Eng.º Agrº Álvaro Baltazar Moreira da Fonseca
Major Altino Dias Pinheiro

❈ 9ª Direcção -1949 / 52
Ten. Cor. António Emílio Simões da Mota
Dr. Manuel Nunes Fernandes

❈ 10ª Direcção – 1952 / 72
Eng.º Agr.º Orlando Ferreira Gonçalves
Dr. Amândio Rebelo de Figueiredo

❈ 11ª Direcção – 1972 / 74
Eng.º Agrº Armindo José Sampaio Martinho
Dr. Caetano de Barros Poiares
Comissão Liquidatária – 1974
Eng. Agrº Eduardo Mendia Freire de Serpa Pimentel
Dr. Armando de Magalhães
Drª. Maria Teresa Malafaia de Matos Lima Batista
Eng. Agrº Armindo José Sampaio Martinho
Álvaro de Matos
Dr. António Júlio Silva Monteiro
Eng.º José Gomes Castanheira Pelotas
José António Ramos Pinto Rosas
Eng.º Agrº Marcílio Gomes dos Santos
Comissão de Gestão (nomeada) – 1975
Cap. Esmeraldo Joaquim Delgado Pardal
Dr. João Fernandes da Cunha Sousa Machado
Dr. Adelino Carlos Vilela Pereira Portela
Dr.ª Maria Manuela Rodrigues da Silva Oliveira
Eng.º António José Cardoso Sequeira
Eng.º António José Borges Mesquita Montes
José da Silva Gouveia
Jorge Alberto de Carvalho Santos Silva
Arq.º José Alberto Cleto Sampaio
António Augusto Santos Grácio
Comissão de Gestão (eleita no C.R.A.)) – 1975
Eng.º António José Borges Mesquita Montes
Arq.º José Alberto Cleto Sampaio
António Augusto Santos Grácio
José da Silva Gouveia
Jorge Alberto de Carvalho Santos Silva
Comissão Instaladora (nomeada) – 1975
Jorge Alberto de Carvalho Santos Silva
Eng.º António José Borges Mesquita Montes
José Eduardo Morais Lopes
Eng.º Agr.º Abel José Maria Carvalho Osório de Almeida

❈ 12ª Direcção (1ª eleições gerais) – 1977 / 87
António Joaquim Veríssimo
Eng.º António José Borges Mesquita Montes
Jorge Alberto de Carvalho Santos Silva
Eng.º José Monteiro Ribeiro
Dr. Amílcar Augusto de Sousa Donas Botto

❈ 13ª Direcção (2ª eleição) – 1987 / 91
Eng.º António José Borges Mesquita Montes
Eng.º José Monteiro Ribeiro
António Alberto Campos

❈ 14ª Direcção (3ª eleição) – 1991 / 95
Eng.º António José Borges Mesquita Montes
Eng.º José Monteiro Ribeiro
António Alberto Campos

❈ 15ª Direcção (4ª eleição) – 1995 / 99
Eng.º António José Borges Mesquita Montes
Prof. José Manuel Lopes dos Santos
António Luís Rodrigues Breia

❈ 16ª Direcção (5ª eleição) – 1999 / 2003
Manuel António Araújo dos Santos
António Luís Rodrigues Breia
António Januário Bezelga Lobão

❈ 17ª Direcção (6ª eleição) – 2003
Manuel António Araújo dos Santos
António Luís Rodrigues Breia
Abílio Constâncio Pereira

GARRAFEIRA DE VINHOS VELHOS DA CASA DO DOURO – Descriminação e total de garrafas

Produto

Ano

Proveniência

Nº de garrafas

Vinho Generoso

1815

 

61

Vinho Generoso

1834

 

28

Vinho Generoso

1854

Mourisco – Qta da Costa

72

Vinho Generoso

1863

 

413

Vinho Generoso

1870

 

54

Vinho Generoso

1887

Barreto

391

Vinho Generoso

1887

Palacete Cambres

653

Vinho Generoso

1912/A

Palacete de Cambres – Canaes

264

Vinho Generoso

1912/B

Armazém nº 73

773

Vinho Generoso

1927

Vintage – Pal. Cambres

406

Vinho Generoso

1934

Antigo

27

Vinho Generoso

1934

Cinquentenário da CD

37

Vinho Generoso

1934

 

309

Vinho Generoso

1934

 

3.849

Vinho Generoso

1935

Especial

40

Vinho Generoso

1936

 

94

Vinho Generoso

1937 Seco

 

510

Vinho Generoso

1937

 

221

Vinho Generoso

1938

 

1.219

Vinho Generoso

1938/A.

, Vº mais Incorp

93

Vinho Generoso

1940

 

983

Vinho Generoso

1944

 

608

Vinho Generoso

1944

Experiências

176

Vinho Generoso

1947

Ageropigado – Cotas

1.119

Vinho Generoso

1952

 

682

Vinho Generoso

1952/A

 

325

Vinho Generoso

1952/R

 

12

Vinho Generoso

1957

Vintage

2.643

Vinho Generoso

1962

 

647

Vinho Generoso

1963

Branco

36

Vinho Generoso

1963

Vintage

1066

Vinho Generoso

1966

Ex-Vintage

412

Vinho Generoso

1966

 

651

Vinho Generoso

1968

Seco

890

Vinho Generoso

1968

 

703

Vinho Generoso

1969

 

29

Vinho Generoso

1970

Ex-Vintage

70

Vinho Generoso

Velho

Georgina S. Fortes

48

Vinho Generoso

Velho nº 1

 

292

Vinho Generoso

Velho nº 2

 

9

Vinho Generoso

Tipo 10 anos

 

251

Vinho Generoso

Tipo 20 anos

 

948

Vinho Generoso

Velho

Barreto

1.311

Vinho Generoso

Velho Seco

Garrafa lacre

27

Vinho Generoso

Velho

Ageropigado

317

Vinho Generoso

Velho

Experiências

256

Vinho Generoso

Velho

Seco

305

Vinho Generoso

Velho

Dr. Seabra

4

Vinho Generoso

Velho

Div. Exportadores

601

Moscatel

 

 

44

Brandy

 

Marquês del Merito

8

AD Velha

 

Fine Douro

1

AD Velha

1954

1ª Secção

7

AD Velha

 

Engarrafada de um Barril

23

AD Velha

 

Régua

8

 

 

Total de garrafas

25.044

Relação dos Imóveis da Casa do Douro e sua valorização – (em contos – avaliação de 1996)

 Imóveis Adquiridos até 1975

Imóveis Adquiridos após 1975

Refª

Imóvel

Valor

Refª

Imóvel

Valor

001

Armazém do Granjão

83 850

–

Quinta de Valmor

70 000

2

Armazém do Tua

26 850

–

Quinta dos Montes

150 000

03

Armazém do Pinhão

230 000

28

Armazém do Rodo

829 400

04

Armazém do Pinhão

41 000

29

Armazém do Rodo

372 850

05

Armazém de Barrô

52 000

30

Armazém do Rodo

593 500

007

Armazém de Favaios

32 500

–

Casa Rua da Ferreirinha

27 290

08

Armazém de Fontelo

55 000

–

Delegação de Mesão Frio

15 840

09

Armazém de Lamego

84 500

–

Delegação de Murça

42 675

000010

Armazém do Corgo

123 000

26

Armazém da Régua

60 000

21

Armazém Régua

126 000

–

Total

2 191 555

0022

Armazém de Sta Marta

245 000

Imóveis integrados no Património da Casa do Douro em 1975, por decisão do Governo

23 e 24

Armazém do Boal

64 000

25

Armazém de Godim

125 000

–

Auditório

61 150

26

Armazém da Régua

70 000

–

Delegação de Alijó

54 150

27

Armazém do Pinhão

33 200

–

Delegação de Carrazeda

45 400

42

Armazém da Régua

52 500

–

Delegação de Lamego

106 690

43

Armazém da Régua

292 500

–

Delegação de Sabrosa

85 900

44

Armazém do Pinhão

28 000

–

Delegação de Sta Marta

67 950

–

Instalações Sociais

67 000

–

Delegação da Pesqueira

43 750

–

Sede

982 990

–

Delegação de Fozcoa

60 050

 

Total

2 822 890

 

Total

526 040

Instituições Nacionais e Internacionais onde a Casa do Douro teve assento
Conselho Consultivo da Junta Nacional do Vinho (IVV)
Conselho Geral do Instituto do Vinho do Porto
Comissão Nacional do OIV – Office International de la Vigne et du Vin
Sub – Comissão dos Métodos de Análise do OIV
Grupo de Peritos de Economia Vitícola do OIV
Grupo de Peritos de Viticultura do OIV
Câmara de Agricultura do Norte
Nervir – Associação Empresarial de Vila Real
UERN – União dos Empresários da Região Norte
AIP – Associação Industrial Portuguesa
IDARN – Instituto para o Desenvolvimento Agrário da Região Norte
ANDOVI –Associação Nacional das Denominações de Origem Vitivinícolas
Lasvin – Liga dos Amigos da Saúde e do Vinho
Rota do Vinho do Porto
Union Européenne dês Producteurs d’ Alchool
Association Européenne dês Régions Viticoles
SPIDOURO – Sociedade Promotora de Investimentos no Douro
Federation Internationale dês Confrèries Bachiques
Confraria do Vinho do Porto

Casa do Douro – Escoamento de Vinho de Mesa (em Escudos)

 

(Secção de Armazens da CD)

 

 

 

Ano da intervenção

Pipas

Pago à Lavoura

Coef. Correcção Banco Portugal

Valores Actualizados

Valor Global

Valor/pipa

Global

Por Pipa

1932

28.606

13.118.779,00

458,60

160,43

2.104.645.714,97

73.573,58

1933

46.990

20.986.226,13

446,61

160,43

3.366.820.258,04

71.649,72

1934

55.927

22.172.154,60

396,45

160,43

3.557.078.762,48

63.602,17

1935

792

327.850,19

413,95

160,43

52.597.005,98

66.410,36

1936

137

56.005,74

408,80

160,43

8.985.000,87

65.583,95

1937

26.141

14.415.344,33

551,45

155,79

2.245.766.493,17

85.909,74

1938

85.821

42.767.912,34

498,34

155,79

6.662.813.063,45

77.636,16

1939

42.717

20.445.448,00

478,63

155,79

3.185.196.343,92

74.565,08

1940

 

 

 

131,10

 

 

1941

 

 

 

116,43

 

 

1942

3.397

2.893.999,70

851,93

100,52

290.904.849,84

85.635,81

1943

58.448

62.794.543,25

1.074,37

85,60

5.375.212.902,20

91.965,73

1944

75.293

81.078.642,54

1.076,84

72,68

5.892.795.739,81

78.264,86

1945

605

562.610,69

929,94

72,68

40.890.544,95

67.587,68

1946

4.784

5.910.775,60

1.235,53

72,68

429.595.170,61

89.798,32

1947

74.754

104.615.441,71

1.399,46

72,68

7.603.450.303,48

101.712,92

1948

12.451

14.885.663,66

1.195,55

72,68

1.081.890.034,81

86.892,94

1949

1.821

1.616.290,55

887,77

72,68

117.471.997,17

64.523,40

1950

6.570

8.939.882,60

1.360,70

72,68

649.750.667,37

98.895,89

1951

39.955

46.102.686,29

1.153,87

66,65

3.072.744.041,23

76.905,76

1952

34

30.021,90

873,01

66,65

2.000.959,64

58.185,88

1953

100.682

117.859.526,05

1.170,61

66,65

7.855.337.411,23

78.021,34

1954

96.034

117.355.954,90

1.222,03

66,65

7.821.774.394,09

81.448,15

1955

87.646

112.260.820,90

1.280,84

66,65

7.482.183.712,99

85.367,85

1956

86.753

93.223.178,50

1.074,58

66,65

6.213.324.847,03

71.620,80

1957

852

843.392,20

989,38

66,65

56.212.090,13

65.942,44

1958

21.052

32.192.116,10

1.529,16

62,68

2.017.801.837,15

95.847,97

1959

29.543

39.035.248,20

1.321,30

62,68

2.446.729.357,18

82.819,15

1960

102.415

141.395.783,20

1.380,61

62,68

8.862.687.690,98

86.536,84

1961

10.601

13.522.579,50

1.275,56

62,68

847.595.283,06

79.952,22

1962

118.059

172.421.824,70

1.460,48

62,68

10.807.399.972,20

91.542,61

1963

140.497

229.882.013,95

1.636,21

62,68

14.409.004.634,39

102.557,61

1964

118.172

186.289.952,60

1.576,43

59,90

11.158.768.160,74

94.427,94

1965

145.254

179.175.022,00

1.233,53

57,71

10.340.190.519,62

71.186,75

1966

25.681

39.178.794,70

1.525,57

55,13

2.159.926.951,81

84.104,44

1967

1.947

2.102.286,80

1.079,87

51,56

108.393.907,41

55.677,99

1968

11.445

16.443.742,50

1.436,72

51,56

847.839.363,30

74.077,38

1969

226

227.111,90

1.005,63

51,56

11.709.889,56

51.850,38

1970

20.655

48.263.357,30

2.336,70

47,75

2.304.575.311,08

111.577,30

1971

346

398.217,60

1.150,07

45,45

18.098.989,92

52.270,49

1972

3.802

11.249.543,50

2.958,53

42,48

477.880.607,88

125.678,44

1973

35.324

140.851.088,20

3.987,43

38,62

5.439.669.026,28

153.994,56

1974

108.809

270.495.809,90

2.485,96

29,62

8.012.085.889,24

73.634,10

1975

68.897

258.012.704,60

3.744,90

25,31

6.530.301.553,43

94.783,47

1976

21.123

112.058.510,80

5.305,03

21,19

2.374.519.843,85

112.413,58

1977

156

495.025,70

3.172,43

16,27

8.054.068,14

51.615,41

1978

673

2.755.534,80

4.091,76

12,73

35.077.958,00

52.088,15

1979

97.043

876.356.908,70

9.030,61

10,04

8.798.623.363,35

90.667,34

1980

59.474

691.799.796,50

11.631,91

9,05

6.260.788.158,33

105.268,78

1981

28.359

351.274.598,00

12.386,92

7,40

2.599.432.025,20

91.663,22

1982

50.204

653.553.130,30

13.017,94

6,15

4.019.351.751,35

80.060,33

1983

49.062

711.495.730,00

14.502,09

4,91

3.493.444.034,30

71.205,25

1984

31.289

517.931.579,10

16.552,95

3,81

1.973.319.316,37

63.066,74

1985

46.655

868.562.494,40

18.616,70

3,18

2.762.028.732,19

59.201,10

1986

21.570

459.350.196,30

21.295,56

2,88

1.322.928.565,34

61.331,20

1987

63.440

1.411.823.360,00

22.254,52

2,64

3.727.213.670,40

58.751,93

1988

61.688

1.542.200.000,00

25.000,00

2,39

3.685.858.000,00

59.750,00

1989

292

7.300.000,00

25.000,00

2,14

15.622.000,00

53.500,00

1990

558

13.950.000,00

25.000,00

1,91

26.644.500,00

47.750,00

Totais e Média

2.431.523

10.907.307.213,22

 

 

203.073.007.241,46

83.516,79

Casa do Douro – Escoamento de Vinho Generoso (em Escudos)

Ano da intervenção

Pipas

Pago à Lavoura

Cefic. Correcção

Valores Actualizados

Valor Global

Valor/pipa

Banco de Portugal

Global

Por Pipa

1933

922

1.369.505,63

1.485,36

160,43

219.709.788,22

238.296,95

1934

11.960

13.317.485,19

1.113,50

160,43

2.136.524.149,03

178.639,14

1935

475

581.472,97

1.224,15

160,43

93.285.708,58

196.390,97

1936

7.080

9.458.923,32

1.336,01

160,43

1.517.495.068,23

214.335,46

1937

4.348

5.049.617,49

1.161,37

155,79

786.679.908,77

180.929,14

1938

2.956

2.534.000,00

857,24

155,79

394.771.860,00

133.549,34

1939

2.995

3.737.331,51

1.247,86

155,79

582.238.875,94

194.403,63

1940

809

1.326.602,74

1.639,81

131,10

173.917.619,21

214.978,52

1941

18

36.645,40

2.035,86

116,43

4.266.623,92

237.034,66

1942

35

69.000,00

1.971,43

100,52

6.935.880,00

198.168,00

1943

13.175

39.392.967,32

2.989,98

85,60

3.372.038.002,59

255.942,16

1944

19.000

50.000.000,00

2.631,58

72,68

3.634.000.000,00

191.263,16

1945

15.576

38.302.888,95

2.459,10

72,68

2.783.853.968,89

178.727,14

1947

3.983

14.298.507,10

3.589,88

72,68

1.039.215.496,03

260.912,75

1952

3.001

11.223.019,10

3.739,76

66,65

748.014.223,02

249.254,99

1953

2.949

11.257.597,60

3.817,43

66,65

750.318.880,04

254.431,63

1954

2.128

7.636.303,70

3.588,49

66,65

508.959.641,61

239.172,76

1955

539

1.904.236,20

3.532,91

66,65

126.917.342,73

235.468,17

1956

504

1.924.468,00

3.818,39

66,65

128.265.792,20

254.495,62

1957

1.759

5.686.007,60

3.232,52

66,65

378.972.406,54

215.447,64

1958

5.478

20.078.326,20

3.665,27

62,68

1.258.509.486,22

229.738,86

1959

3.147

11.696.497,81

3.716,71

62,68

733.136.482,73

232.963,61

1960

2.539

9.493.207,67

3.738,96

62,68

595.034.256,76

234.357,72

1961

495

1.873.199,10

3.784,24

62,68

117.412.119,59

237.196,20

1962

1.070

4.091.824,20

3.824,13

62,68

256.475.540,86

239.696,77

1963

2.182

8.394.019,10

3.846,94

62,68

526.137.117,19

241.126,08

1964

7.511

32.956.856,40

4.387,81

59,90

1.974.115.698,36

262.829,94

1965

9.077

38.607.204,00

4.253,30

57,71

2.228.021.742,84

245.457,94

1966

65

327.723,50

5.041,90

55,13

18.067.396,56

277.959,95

1967

5.164

18.675.347,21

3.616,70

51,56

962.900.902,15

186.477,29

1968

5.873

22.203.772,45

3.780,81

51,56

1.144.826.507,52

194.938,65

1969

6.511

29.381.305,50

4.512,63

51,56

1.514.900.111,58

232.671,25

1970

123

603.297,10

4.891,19

47,75

28.807.436,53

233.554,30

1971

150

830.049,00

5.529,57

45,45

37.725.727,05

251.319,02

1972

20

108.287,45

5.530,00

42,48

4.600.051,07

234.914,40

1973

183

2.287.500,00

12.500,00

38,62

88.343.250,00

482.750,00

1974

47.612

714.182.263,64

15.000,00

29,62

21.154.078.648,91

444.300,00

1975

29.244

467.904.174,55

16.000,00

25,31

11.842.654.657,75

404.960,00

1976

8.298

116.813.995,00

16.500,00

21,19

2.475.288.554,05

298.288,37

1977

23.329

407.521.899,20

17.468,20

16,27

6.630.381.299,98

284.207,60

1978

612

11.566.800,00

18.900,00

12,73

147.245.364,00

240.597,00

1979

2.197

49.432.500,00

22.500,00

10,04

496.302.300,00

225.900,00

1980

32.467

933.426.250,00

28.750,00

9,05

8.447.507.562,50

260.187,50

1981

8.448

298.488.944,04

35.333,00

7,40

2.208.818.185,90

261.464,20

1982

582

23.007.624,00

39.532,00

6,15

141.496.887,60

243.121,80

1983

574

27.346.508,00

47.642,00

4,91

134.271.354,28

233.922,22

1984

158

8.631.540,00

54.630,00

3,81

32.886.167,40

208.140,30

1985

731

45.877.560,00

62.760,00

3,18

145.890.640,80

199.576,80

1986

22

1.651.882,30

74.464,00

2,88

4.757.421,02

214.456,32

1987

105

9.339.938,68

88.881,00

2,64

24.657.438,12

234.645,84

1988

1.180

134.323.624,62

113.852,00

2,39

321.033.462,84

272.106,28

1989

363

46.167.792,00

127.184,00

2,14

98.799.074,88

272.173,76

1990

41.381

4.926.596.059,00

119.053,38

1,91

9.409.798.472,69

227.391,96

1991

53.093

7.232.431.745,00

136.222,82

1,70

12.295.133.966,50

231.578,80

1992

1.488

128.775.546,00

86.560,90

1,56

200.889.851,76

135.035,00

1993

140

14.729.400,00

105.000,00

1,45

21.357.630,00

152.250,00

1994

16

1.801.945,00

114.999,97

1,38

2.486.684,10

158.699,96

1995

2.782

419.887.040,00

150.916,11

1,33

558.449.763,20

200.718,43

1996

3.385

541.652.072,73

160.000,00

1,29

698.731.173,82

206.400,00

1997

4.787

777.850.568,18

162.500,00

1,27

987.870.221,59

206.375,00

1998

12.017

1.970.837.796,36

164.000,00

1,23

2.424.130.489,52

201.720,00

1999

5.743

1.005.098.181,82

175.000,00

1,21

1.216.168.800,00

211.750,00

2000

10.214

1.940.720.109,09

190.000,00

1,18

2.290.049.728,73

224.200,00

2001

10.627

2.284.887.481,82

215.000,00

1,11

2.536.225.104,82

238.650,00

2002

17.347

3.729.615.554,55

215.000,00

1,07

3.990.688.643,37

230.050,00

Totais e Média

462.744

28.691.281.792,09

 

 

121.813.444.612,65

263.241,75

Endividamento da Casa do Douro

 

Ano

Federação

Fundo Corp.

Coefic. Corr.

Federação

Fundo Corp.

 

 

Banco Portugal

Valores Corrigidos

Valores Corrigidos

1932

 

 

160,43

 

 

1933

10.000.000,00

 

160,43

1.604.300.000,00

 

1934

 

 

160,43

 

 

1935

 

 

160,43

 

 

1936

 

 

160,43

 

 

1937

 

 

155,79

 

 

1938

 

 

155,79

 

 

1939

 

 

155,79

 

 

1940

 

 

131,10

 

 

1941

 

 

116,43

 

 

1942

 

 

100,52

 

 

1943

 

 

85,60

 

 

1944

 

 

72,68

 

 

1945

156.399.620,59

 

72,68

11.367.124.424,48

 

1946

122.078.054,11

 

72,68

8.872.632.972,71

 

1947

116.397.389,99

 

72,68

8.459.762.304,47

 

1948

222.303.318,93

225.162.608,33

72,68

16.157.005.219,83

16.364.818.373,42

1949

211.539.348,20

 

72,68

15.374.679.827,18

 

1950

175.771.004,40

156.688.995,20

72,68

12.775.036.599,79

11.388.156.171,14

1951

135.705.554,20

120.210.213,05

66,65

9.044.775.187,43

8.012.010.699,78

1952

138.012.282,10

117.578.473,57

66,65

9.198.518.601,97

7.836.605.263,44

1953

124.388.510,80

122.820.619,23

66,65

8.290.494.244,82

8.185.994.271,68

1954

185.713.179,70

183.093.173,50

66,65

12.377.783.427,01

12.203.160.013,78

1955

241.130.043,00

239.477.824,14

66,65

16.071.317.365,95

15.961.196.978,93

1956

287.439.410,80

289.190.994,50

66,65

19.157.836.729,82

19.274.579.783,43

1957

302.773.222,30

300.184.355,07

66,65

20.179.835.266,30

20.007.287.265,42

1958

274.016.004,20

272.271.842,92

62,68

17.175.323.143,26

17.065.999.114,23

1959

260.884.795,20

255.310.937,38

62,68

16.352.258.963,14

16.002.889.554,98

1960

244.445.171,40

236.311.121,76

62,68

15.321.823.343,35

14.811.981.111,92

1961

276.821.182,30

265.131.225,08

62,68

17.351.151.706,56

16.618.425.188,01

1962

171.546.283,50

157.388.494,55

62,68

10.752.521.049,78

9.865.110.838,39

1963

255.147.697,60

240.746.912,73

62,68

15.992.657.685,57

15.090.016.489,92

1964

313.608.630,80

350.970.191,86

59,90

18.785.156.984,92

21.023.114.492,41

1965

330.609.066,70

417.763.360,10

57,71

19.079.449.239,26

24.109.123.511,37

1966

403.866.768,20

479.302.819,20

55,13

22.265.174.930,87

26.423.964.422,50

1967

303.008.677,30

349.537.325,79

51,56

15.623.127.401,59

18.022.144.517,73

1968

230.046.560,40

273.460.046,69

51,56

11.861.200.654,22

14.099.600.007,34

1969

235.551.568,10

274.829.235,80

51,56

12.145.038.851,24

14.170.195.397,85

1970

241.116.166,20

267.593.868,96

47,75

11.513.296.936,05

12.777.607.242,84

1971

222.719.596,20

250.951.933,21

45,45

10.122.605.647,29

11.405.765.364,39

1972

 

 

42,48

 

 

1973

 340.574.514,05

459.728.618,18 

38,62

 13.152.987.732,60

17.754.719.234,10 

1974

172.651.837,27

 568.916.531,12

29,62

5.113.947.419,9

 16.851.307.651,80

1975

780.964.425,30

1.204.401.571,58 

25,31

19.766.209.604,30 

30.483.403.776,70 

1976

 1.163.439.039,40

1.045.481.846,47 

21,19

24.653.273.244,90 

22.153.760.326,70 

1977

 1.485.359.599,00

 1.803.267.524,03

16,27

24.166.800.675,70 

29.339.162.615,90 

1978

 2.076.814.997,90

 2.240.462.247,32

12,73

 26.417.086.773,30

28.521.084.408,40 

1979

 

 

10,04

 

 

1980

 

 

9,05

 

 

1981

 

 

7,40

 

 

1982

 

 

6,15

 

 

1983

 

 

4,91

 

 

1984

 

 

3,81

 

 

1985

 

 

3,18

 

 

1986

 

 

2,88

 

 

1987

 

 

2,64

 

 

1988

 

 

2,39

 

 

1989

 

 

2,14

 

 

1990

8.375.331.358,21

18.516.393.404,42

1,91

15.996.882.894,18

35.366.311.402,44

1991

 

 

1,70

 

 

1992

 

 

1,56

 

 

1993

29.894.276.020,23

 

1,45

43.346.700.229,33

 

1994

 

 

1,38

 

 

1995

 28.869.212.803,20

 

1,33

 38.396.053.028,25

 

1996

27.981.097.920,33

 

1,29

36.095.616.317,23

 

1997

27.463.375.814,00

 

1,27

34.878.487.283,78

 

1998

26.333.346.294,00

 

1,23

32.390.015.941,62

 

1999

28.212.091.565,00

 

1,21

34.136.630.793,65

 

2000

29.346.058.611,00

 

1,18

34.628.349.160,98

 

2001

30.850.481.036,00

 

1,11

34.244.033.949,96

 

2002

31.134.022.326,00

 

1,07

33.313.403.888,82

 

2003

31.107.554.310,00

 

1,04

32.351.856.482,40

 

Totais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Extinto o Fundo Corporativo

 

 

 

Subsídios a Adegas Cooperativas – (Escudos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Anos

Montante concedido

Coef. BP

Actualizado

 

Anos

Montante concedido

Coef. BP

Actualizado

1950

 

72,68

 

 

1977

15.000.000,00

16,27

244.050.000,00

1951

 

66,65

 

 

1978

13.072.947,00

12,73

166.418.615,31

1952

 

66,65

 

 

1979

12.475.883,00

10,04

125.257.865,32

1953

 

66,65

 

 

1980

 

9,05

 

1954

 

66,65

 

 

1981

 

7,40

 

1955

 

66,65

 

 

1982

 

6,15

 

1956

 

66,65

 

 

1983

 

4,91

 

1957

 

62,68

 

 

1984

 

3,81

 

1958

5.517.250,18

62,68

345.821.241,28

 

1985

 

3,18

 

1959

3.568.719,00

62,68

223.687.306,92

 

1986

 

2,88

 

1960

1.701.113,14

62,68

106.625.771,62

 

1987

 

2,64

 

1961

2.257.665,00

62,68

141.510.442,20

 

1988

 

2,39

 

1962

2.421.120,00

62,68

151.755.801,60

 

1989

 

2,14

 

1963

2.258.000,00

59,90

135.254.200,00

 

1990

 

1,91

 

1964

6.181.382,34

57,71

356.727.574,84

 

1991

 

1,70

 

1965

74.750,34

55,13

4.120.986,24

 

1992

 

1,56

 

1966

 

51,56

 

 

1993

 

1,45

 

1967

984.558,12

51,56

    50.763.816,67

 

1994

 

1,38

 

1968

1.317.224,00

51,56

67.916.069,44

 

1995

 

1,33

 

1969

1.100.610,00

51,56

56.747.451,60

 

1996

 

1,29

 

1970

2.580.382,00

45,75

118.052.476,50

 

1997

 

1,27

 

1971

3.000.000,00

45,45

136.350.000,00

 

1998

 2.780.538.000,00

3,13

 8.703.083.940,00

   1972

 

42,48

 

 

1999

 

1,21

 

1973

 

38,62

 

 

2000

 

1,18

 

1974

3.511.314,70

29,62

104.005.141,41

 

2001

 

1,11

 

1975

2.160.743,00

25,31

54.688.405,33

 

2002

 

1,07

 

1976

18.000.000,00

21,19

381.420.000,00

 

2003

 

1,04

 

 

 

 

 

 

 

Total

 

11.674.257.106,28

• Para além dos subsídios acima referidos, a Casa do Douro contribuiu, na década de 50 e 60, com 20% do custo inicial da construção das Adegas Cooperativas.
• As verbas a vermelho respeitam a vários anos da década de 80 e 90, pelo que o coeficiente de correcção utilizado foi a média aritmética dos 18 anos (1980 a 1998).

Financiamentos à Lavoura, concedidos pela Casa do Douro sobre Vinho de Pasto, Generoso e Aguardente (Escudos)

 

Ano

Valor real

Coef.

Valor corrigido

 

Ano

Valor real

Coef.

Valor corrigido

1932

 

160,43

 

 

1968

74.687.579,60

51,56

3.850.891.604,18

1933

 

160,43

 

 

1969

67.338.369,66

51,56

3.471.966.339,67

1934

 

160,43

 

 

1970

75.247.408,90

47,75

3.593.063.774,98

1935

 

160,43

 

 

1971

91.422.984,90

45,45

4.155.174.663,71

1936

 

160,43

 

 

1972

 

42,48

 

1937

 

155,79

 

 

1973

 267.041.830,70

38,62

10.313.155.501,6 

1938

 

155,79

 

 

1974

 314.919.041,80

29,62

9.327.902.018,1 

1939

 

155,79

 

 

1975

 538.869.569,50

25,31

13.638.788.804,00 

1940

 

131,10

 

 

1976

 523.358.953,00

21,19

11.089.976.214,07

1941

 

116,43

 

 

1977

 401.643.124,60

16,27

 6.534.733.637,20

1942

 

100,52

 

 

1978

 717.293.579,80

12,73

9.131.147.270,90 

1943

 

85,60

 

 

1979

 

10,04

 

1944

 

72,68

 

 

1980

 

9,05

 

1945

27.425.864,65

72,68

1.993.311.842,76

 

1981

 

7,40

 

1946

58.496.468,39

72,68

4.251.523.322,59

 

1982

 

6,15

 

1947

58.631.702,91

72,68

4.261.352.167,50

 

1983

 

4,91

 

1948

57.120.512,30

72,68

4.151.518.833,96

 

1984

 

3,81

 

1949

44.604.390,21

72,68

3.241.847.080,46

 

1985

 

3,18

 

1950

44.342.379,33

72,68

3.222.804.129,70

 

1986

 

2,88

 

1951

35.316.953,82

66,65

2.353.874.972,10

 

1987

 

2,64

 

1952

31.010.416,08

66,65

2.066.844.231,73

 

1988

 

2,39

 

1953

47.179.335,88

66,65

3.144.502.736,40

 

1989

 

2,14

 

1954

42.814.858,32

66,65

2.853.610.307,03

 

1990

 

1,91

 

1955

39.245.742,94

66,65

2.615.728.766,95

 

1991

 

1,70

 

1956

47.465.058,08

66,65

3.163.546.121,03

 

1992

 

1,56

 

1957

38.948.211,79

66,65

2.595.898.315,80

 

1993

 

1,45

 

1958

40.340.195,64

62,68

2.528.523.462,72

 

1994

 

1,38

 

1959

31.749.739,84

62,68

1.990.073.693,17

 

1995

 

1,33

 

1960

54.594.090,00

62,68

3.421.957.561,20

 

1996

 

1,29

 

1961

48.095.156,59

62,68

3.014.604.415,06

 

1997

 

1,27

 

1962

73.633.169,74

62,68

4.615.327.079,30

 

1998

 

1,23

 

1963

89.732.196,07

62,68

5.374.958.544,59

 

1999

 

1,21

 

1964

59.927.653,62

59,90

3.458.424.890,41

 

2000

 

1,18

 

1965

53.680.910,40

57,71

3.097.925.339,00

 

2001

 

1,11

 

1966

105.406.368,08

55,13

5.434.752.338,20

 

2002

 

 

 

1967

58.960.142,48

51,56

3.039.984.946,27

 

 

 

 

 

As 4 Séries do Boletim da Casa do Douro e respectivos Editoriais
✴ 1934

✴ 1946

✴ 1989

✴ 1991

A carta de Manuel Silva Reis que despoletou a compra de 40% do capital da Real Companhia Velha pela Casa do Douro

Carta ao Senhor Primeiro-Ministro sobre a compra dos 40% do capital da RCV

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