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VIEIRA, José Augusto da Silva

Nasceu na freguesia de Constantim, concelho de Vila Real, em 18 de Fevereiro de 1940. Completou o Curso de Teologia no Seminário de Vila Real e licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Letras do Porto. Iniciou a sua actividade lectiva na Escola Industrial e Comercial de Vila Real e, no ano seguinte, passou para a Escola Preparatória Diogo Cão, também em Vila Real. Em 1973, deixa Vila Real e fixa-se na cidade do Porto dedicando-se, a partir daí, à Escola Secundária de Águas Santas, Maia, donde saiu apenas dois anos: um para fazer o Estágio no Liceu do Funchal e outro para efectivar na Escola Secundária de Paços de Ferreira. Leccionou ainda no Externato Pedro Nunes, em Vila Nova de Gaia, no Externato Ribadouro, no Porto e, durante vinte anos, no Externato D. Duarte, também no Porto. Convidado pela Porto Editora para a publicação de um manual de Português, 7.º ano de escolaridade, chama, para constituir equipa, Bráulio Veiga Martins e João Augusto da Fonseca Guerra e, em 1978, surge Leio Contigo. No ano seguinte, e agora só com João Guerra, aparece Leio Contigo, 8.º ano de escolaridade. Desde então, estes dois professores alargaram a sua experiência até ao 12.º ano. Ficaram célebres os manuais Cativar (7.º – 11.º), Língua e Cultura Portuguesa (10.º – 11.º), Textos de Literatura Portuguesa (10.º – 11.º), Português – Língua e Linguagem (7.º – 9.º), as séries do Aula Viva (7.º – 12.º) e outros, como Português Oral e Escrito (7.º – 9.º) e Português – Prosa e Poesia (7.º – 9.º).
Tem colaboração dispersa por jornais, como A Voz de Trás os Montes (Vila Real) e Pedras Vivas (Porto) e por revistas, como Gil Vicente (Guimarães), Portus (da Associação Cultural Portuense) e Educação (Porto Editora). É autor de Literatura Popular em Terras de Vila Real, integrado nos Cadernos Culturais – 2.ª série da Câmara Municipal de Vila Real, com o n.º 3 (1987) e de Amanhã Não Haverá Poente (Poesia), 1995, prefaciado por A.M. Pires Cabral. Tendo a sua vida decorrido ao serviço do ensino, participou em inúmeras acções de formação e, como formador, dinamizou muitas outras em várias Escolas do País e, sobretudo, no Centro de Formação da Maia. Pelo despacho n.º 10406/98 (2.ª série), de 28 de Maio, o Ministro da Educação, Marçal Grilo, atribuiu-lhe a menção de Excelente “pela sua invulgar capacidade de iniciativa e de realização, pelo seu grande empenhamento e permanente disponibilidade em relação à vida da Escola e pelo seu esforço de formação pessoal, de intervenção no sistema e de dinamização de acções”.

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