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LAGE, Jorge Joaquim

nasceu em Chelas, freguesia de Cabanelas, concelho de Mirandela, em 25.6.1948. Frequentou o colégio Marista de Leiria (1960 66). No Colégio da Boavista, em Vila Real, completou o 7.° ano liceal. Licenciou se em História pela Universidade do Porto e é Técnico Superior do Ministério da Educação. Tem formação complementar no âmbito do Património Cultural e da Segurança das Escolas e o curso de Informática da Universidade Portucalense. Foi professor com funções técnico pedagógicas na Educação de Adultos (1981 1993). Optou, depois, pela carreira técnica superior. Foi responsável distrital pelas associações culturais e pelo património cultural, pelo acompanhamento pedagógico dos cursos da Extensão Educativa e PRODEP. Desenvolveu análise crítica sobre publicações de âmbito nacional e teve programas na rádio. Colaborou com o projecto Minerva da UM (1989 1992) e foi membro executivo da Comissão Organizadora de Alfabetização de Braga. Desde 1994 é Delegado Distrital de Segurança nas Escolas do Distrito de Braga, tendo o seu serviço sido destacado pelo Ministério da Educação. Tem participado em seminários, congressos, conferências, palestras sobre temas vários. É sócio de uma série de associações, com funções directivas em várias delas.
É o sócio n.° 1 da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Braga. Foi oficial na Guiné, passando à disponibilidade como capitão do quadro permanente. Tem colaboração regular em vários jornais regionais, nomeadamente: Notícias de Chaves e Notícias de Mirandela, versando essencialmente temática Transmontana. Confessa que o “seu partido é Trás-os-Montes e há algo que sente e lhe corre nas veias que o identifica com o granito e o xisto, com os caminhos e a paisagem Transmontana. Ver um Transmontano é ver um Amigo, alguém que nos é próximo, que tem as mesmas raízes, o mesmo chão e o mesmo património ancestral.
Ser transmontano é uma religião, que só aceita ter acima a religião católica, que se tem de defender, com vitórias e derrotas, mas nunca desistindo. Ser Transmontano é honrar a memória dos nossos ancestrais e as raízes telúricas que nos legaram”.

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