ABREU, Carlos de
Carlos Alberto d’ Abreu Ferreira Machado, técnico Superior do Ministério da Educação, casado, pai de três filhas, nasceu em 1961 na Freguesia de Maçores, Torre de Moncorvo (infância e juventude repartidas entre Luanda, Torre de Moncorvo e Rio de Janeiro), com endereço postal no Largo do Espírito Santo, 22, 5160-132 Lousa (Torre de Moncorvo); correio electrónico: carlosdabreua@oninet; realiza investigação em Trás-os-Montes e Alto Douro, enquanto Patrimoniólogo, Arqueólogo e Historiador; tem actividade política ao nível do Poder Local, sendo Membro da Assembleia Municipal de Torre de Moncorvo, desde as Eleições Autárquicas de 1997; fundador, dinamizador e membro de várias associações culturais, recreativas e da lavoura, na Região; organiza e participa, desde 1997, nas Expedições Pedestres “À Descoberta do Património do Alto Douro”, com a colaboração da LOUSAVERDE, Grupo Cultural e Recreativo de Maçores e Associação Cultural e Recreativa da Lousa. Doutorando em História, na Universidade de Salamanca, desde 1999; Mestre em Arqueologia, pela Universidade do Porto, classificado com Muito Bom (1994-1999); Diplomado em Estudios Avanzados (História Moderna), pela Universidade de Salamanca, classificado com Sobresaliente (1999-2001); Licenciado em Ciências Históricas ramo do Património, pela Universidade Portucalense Infante D. Henrique, com média final de 14 valores, (1990-1994); Diploma do Curso de Formação de Professores do 1° Grau, pela Associação Fluminense de Educação, Duque de Caxias, Rio de Janeiro (1979-1980). Alguma da bibliografia, entre mais de cento e trinta títulos: no âmbito do PARM, Carta Arqueológica do Concelho de Torre de Moncorvo, (Plano Director Municipal de Torre de Moncorvo, in Diário da República, n° 70, 1 Série – B, de 23.03.95, Anexo – Estações Arqueológicas, pp. 1592-1593), 1981-1991; c/ vários outros, Introdução a um programa de investigação regional, Projecto Arqueológico da região de Moncorvo, in Arqueologia, n° 11, GEAP, Porto, 1985, 144-148; O Concelho de Freixo de Espada à Cinta no Século XVIII segundo dois manuscritos inéditos, Memórias da Academia de História – 1721 e Memórias Paroquiais – 1758, Douro Arqueológico, Cadernos, 1, PARM, Porto, 1991; Memórias Paroquiais de 1758 in Terra Quente (Mirandela): Memória Setecentista de Vilarinho da Castanheira, n° 80, 1994; Memórias paroquiais (1758), n° 81, 1994; Memória setecentista de Carvalho de Egas e de Seixo de Manhoses, n° 82, 1994.