VASCO de Castro
Nasceu em Vila Real, em 1935 e, depois de cursar Direito, em Lisboa, virou-se para o jornalismo, para o desenho satírico, para a pintura e também para a escritura.
Actualmente trabalha em exclusivo para o jornal Público. De seu nome completo Agostinho Vasco da Rocha e Castro, seguiu as virtualidades literárias de seu avô: Dr. Agostinho da Rocha e Castro e de seu pai, Afonso Rocha e Castro.
Desde 1955 colabora com desenhos satíricos na imprensa portuguesa e internacional. Viveu em Paris, entre 1961 e 1974, aí praticando essa mesma actividade. Nos anos 50 colaborou no “Diário de Lisboa”, “República”, “Mundo Ilustrado”, etc…, frequentou a tertúlia do Café Gelo (grupo surrealista português), participou na fundação do Grupo Cénico de Direito, foi director associativo, promoveu os “Jograis de Hoje”, e parte para Paris em 1961 onde se fixa até 1974.
Em França dinamizou a criação da UEPF (União dos Estudantes Portugueses em França), fez cinema como actor, participou no Movimento de Maio 68, no movimento associativo de emigrantes e na resistência ao fascismo salazarista.
Trabalhou em vários jornais: “Le Monde”, “Le Figaro”, “Quinzaine Litteraire”, “Nouvelles Litteraire”, “Politique Hebdo”, “Unité”, etc.., e colaborou em outros jornais alemães e americanos.
Realizou exposições individuais e participou em inúmeras colectivas em França e noutros países, e tem desenhos publicados em várias antologias de desenho satírico.
Em Lisboa desde Abril de 1974, trabalhou no “Página um”, “Diário de Lisboa”, “República”, “Sempre Fixe”, “Mais”, “O Bisnau”… Expôs na «Opinião», no «Casino Estoril”, na “Árvore”, etc.
Publicou quatro álbuns de desenhos.
Publicou textos no “Diário de Notícias”, e desenhos no “Diário de Notícias” e “Jornal de Letras”, etc.
Actualmente trabalha em exclusivo para o “Público”.
Publicou dois livros: Montparnasse, mon village (1985, de. Salamandra), e “Foto/maton” (1986, Moraes Editores). É sócio correspondente desde 1992, da Academia Nacional de Belas Artes.
Em 1993 a Câmara de Vila Real atribuiu lhe a medalha de Mérito Municipal. Tem merecido, na mais variada imprensa, nacional e estrangeira, os maiores encómios dos críticos especializados.