🎖️ Ilustres

RODRIGUES, Ernesto José

Nasceu em 17.6.1956, em Torre de D. Chama.
É Professor Auxiliar na Faculdade de Letras de Lisboa. Aqui se licenciou (1980) em Filologia Românica e apresentou tese de Mestrado em Literatura Portuguesa (1991) sobre Fastigínia, de Tomé Pinheiro da Veiga (1566 1656). Doutorou se, por último, em Cultura Portuguesa área em que ensina desde 1988-1989 como trabalho Mágico Folhetim Literatura e Jornalismo em Portugal (1996).
Antigo jornalista (1979 1981) vocação que assume desde 1970, numa presença variada que também passou pela direcção de publicações, leitor de Português na Universidade de Budapeste (1981-1986) e assistente na Escola Superior de Educação de Bragança (1986-1988), faz crítica literária regular desde 1979 e tem colaboração poética, contista e ensaísta em, nomeadamente, Világirodalmi Lexikon (Dicionário de Literatura Mundial), Acta Litteraria Academiae Scientiarum (Hungria), Colóquio/Letras, Românica, Ler, JL Jornal de Letras, Artes e Ideias, Diário de Notícias, Diário de Lisboa, Brigantia, Amigos de Bragança…Tradutor de ficção e poesia húngaras (Istvan Orkény, Contos de Um Minuto, 1983; Novíssima Poesia Húngara, 1985), vem prefaciando, edições, que organiza, de Oitocentistas: Eça de Queiroz, A Catástrofe e Outros Contos (1986); Ramalho Ortigão, Farpas Escolhidas (1991); Camilo Castelo Branco, Eusébio Macário (1992); Alexandre Herculano, O Bobo (1992); Júlio Dinis, Os Fidalgos da Casa Mourisca (1994). Prefaciou, ainda, Hélia Correia /Jaime Rocha, A Pequena Morte/ Esse Eterno Canto (1986) e Clara Pinto Correia / Mário de Carvalho, E Se tivesse a Bondade de Me Dizer Porquê? (1996). Poeta estreado em 1973, editou seis títulos de versos Inconvencional, J. C. Falhou Um Penalty (em colab., 1976), Poemas Porventura (1977), Março ou as Primeiras Mãos (em colab., 1981), Para Ortense: Variantes (1981), Sobre o Danúbio (1985) e comparece em outras tantas colectâneas; na ficção, deu Várias Bulhas e Algumas Vítimas (1980), novela reeditada em A Flor e a Morte (1983), seguindo se os romances A Serpente de Bronze (1989) e Torre de Dona Chama (1994). Tem outros contos antologiados. Dirigidas à infância, escreveu Histórias para Acordar (1996). Edição bilingue da sua poesia e prosa saiu em Budapeste com o título Sobre o Danúbio / /A Duna Partján (1996). No lapso de 1993 a 1996, coordenou O Escritor (sete números semestrais), revista da Associação Portuguesa de Escritores, cuja Direcção integrava.

Artigos Relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Veja Também
Fechar
Botão Voltar ao Topo

Adblock Detectado

Por favor desative o Ad Blocker neste site