ROSA, Fernando Gonçalves
Nasceu em Montalegre, em 1952. É o mais novo de quatro irmãos, todos eles notáveis. Fez os estudos liceais em Chaves (1968) e partiu para os Estados Unidos, juntando-se à família. Aí prosseguiu estudos superiores no Central High School, que terminou em 1970, e concluiu no Housatonic Community College, recebendo o Associate Degree em Estudos Gerais. Interessado pela economia, matriculou-se na Central Connecticut State University e, em 1975, recebeu o bacharelato em Contabilidade. Continuou a formação académica e obteve uma pós-graduação na Universidade de Hartford, além de outros cursos de Educação. Continuou na área de compra e venda e avaliações de imobiliárias. O Jornal Mundo Português, referente a Outubro de 1999, publicou com ele uma longa entrevista, que em título lhe chama: Fernando Rosa: o homem, o emigrante, o profissional e o activista comunitário. Dele escreveu: ‘é mais um daqueles portugueses nos Estados Unidos cuja contribuição, profissional e voluntária, só prestigia a comunidade’. Há 20 anos funcionário superior da Hartford Economic Development Corporation (HEDCO), ocupa actualmente o cargo de Director Adjunto, sendo responsável pela gestão do programa MRFL (Merchants Revolving Loan Funds). É ainda responsável pelo processo de preparação dos pedidos de empréstimos para GHDBC. E, paralelamente, tem desenvolvido um trabalho voluntário junto das comunidades portuguesas e americanas digno de registo. É um activista comunitário militante, não só junto da comunidade portuguesa, como americana. Já foi por duas vezes Presidente do Rancho Folclórico do Clube Português de Hartford, da Assembleia Geral do Clube Português e também Director. Foi ainda fundador e Vice-Presidente da Portuguesa Foundation, organização cultural que até ao presente já distribuiu $51,000 em Bolsas de Estudo a estudantes no estado de Connecticut. É também Juiz de Paz, tendo o poder de celebrar matrimónios e notário público há mais de 20 anos. É um verdadeiro artista em fotografia, tendo já promovido exposições em diversas escolas. Mas a comunicação social sempre foi outra ocupação que serviu para divulgar a cultura portuguesa e para servir a comunidade de que nunca se desenraizou, através de associações como, por exemplo, a Casa de Trás os Montes, que ajudou a fundar e a que pertenceu como dirigente.