SOUSA, António Victor de Carvalho e
Nasceu em 1790 no lugar de Vila do Conde, freguesia de Valoura, concelho de Vila Pouca de Aguiar.
Faleceu em 11 de Março de 1878, sem deixar descendência.
Era um transmontano abastado. Andou por África e tinha propensão para a indústria, pelo que se lançou na ideia de explorar as águas de Campilho Vidago. Por volta do ano de 1863 começaram essas águas a dar que falar. Ele sofria do estômago, diz a tradição, pelo que ao beber, por casualidade, aquela água, repetidas vezes, notou que elas lhe faziam bem.
Era Presidente da Câmara de Chaves, nessa altura, Augusto César de Morais Campilho que sugestionado por António de Sousa, as mandou analisar, confirmando se as virtualidades que vieram a ser proclamadas. “Maravilhado com tão bom resultado deste achado mineralógico escreve Manuel Joaquim Pereira mandou o Dr. Carvalho e Sousa, fazer à sua custa a fonte que primeiro teve a honra de figurar no local de emergência”.
A Câmara de Chaves deliberou atribuir o nome deste ilustre transmontano a uma rua urbana.