Opinião

Uma análise sobre o meio aeronáutico em Trás-os-Montes e Alto Douro

De quando em vez...

O Ano de 2024 foi sem dúvida pleno de movimentos aeronáuticos a acompanhar a restante mobilidade a cargo das rodoviárias e em partes pela linha férrea do Douro de Campanhã ao Pocinho.
De facto , os aeródromos municipais de Bragança, Vilareal, Chaves, Mirandela e Mogadouro , para além dos movimentos ligados à proteção civil e a evacuação de doentes estiveram sempre operativos.
Ainda e dentro deste contexto , faltam os comboios que inexplicavelmente deixaram funcionar nas férreas do Tâmega, corgo e Tua e troço do Pocinho até Barca de Alba na linha do Douro.
Ainda e dentro deste contexto “ para animar a malta “ alguns políticos anunciam em ocasiões festivas a construção por necessária estilo (TGV).
Da ferrovia que irá ligar à estação de Campanhã (Porto), via Amarante, Vila Real, Macedo de Cavaleiros com terminus em Bragança.
Ora sabe-se que o TGV espanhol passa em Puebla de Sanabria próximo da fronteira Espanhola e do Aeródromo de Bragança, demorando desta localidade espanhola cerca de 1 hora e 20 minutos até Madrid .
Em face do exposto , quando o Aeródromo de Bragança virar Aeroporto Secundário, os aviões de médio curso que o irão demandar provenientes do Sá Carneiro do Porto, poderão rapidamente enviar os passageiros respectivos por Madrid por via férrea.
Neste contexto e relativamente a Vila Real não há conhecimento de qualquer plano para a transformação do Aeródromo em Aeroporto Secundário.
Seguindo o exemplo de Bragança.
Finalmente neste Ano de 2025 irão acontecer as eleições e promessas não hão-de faltar.
Até quando as realidades se irão sobrepor a todas estas situações.

Mário Lisboa

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